Frase de Salvador Dalí sobre Natureza do devaneio
"A memória não é uma tela, mas um abismo onde o futuro naufraga como um relógio derretido, e o presente só ensaia um passo em seu pesadelo gelatinoso."
—
Salvador Dalí
em
Diários Oníricos (registros pessoais)
Contexto
Escrito durante exílio nos EUA (1948), inspirado pela angústia pós‑guerra e pelo colapso das noções lineares de tempo na arte moderna.
Interpretação
Dalí unifica tempo e memória como substâncias fluidas: o homem contemporâneo sucumbe a um presente sem âncora, mutável e onírico como uma matéria a derreter.
Aplicação Prática
Ao revisitar lembranças ou planejar aprendizados, simples: indague ‑ ‘este momento foge ou alicerça?’ Aceite a imprecisão de seus esboços emocionais.