Frase de Siddhartha Gautama (Buda) sobre Impermanência
“Como o rio que, embora volte sempre ao mesmo leito, nunca é o mesmo, o passado molda a margem de nossa existência, mas é no desaguar presente que o futuro se plantando.Quien respeita o passado como nutriente decisivo e não despreza ver a Verdamaquérie ali apaziguada nos florescer remetos do outrora.”
Contexto
Palavra inspirada em ensinamentos atribuídos, provável síntese didática em ambiente dos discursos integrais e das narrativas do sublime. Tendência à metaforaura da natureza.-iática. Síntese, contextual.
Interpretação
Ressalta impermanência e genealogia: o passado é nada estancado; enquanto raiz ciclo o presente, determinando horizontes futuros em processo contínuo e cíclico, significação de cósmica causalmente condicionada.
Aplicação Prática
Ofereça-se espaço diário para gratidão ao que passou, livrando-nos do apego aos estados fúnebres; é pelo uso ético deles encontra serenidade presente que orienta.
Bibliografia & Referências
Consultar passagens do 'Dhammapada' e 'Samyutta Nikaya'. Sugestões: 'A Palavra do Buda' de Nyanatiloka.
