Frase de Carl Jung sobre Limites Estruturantes
"O rio que rejeita suas margens torna-se um dilúvio; aquele que as abraça encontra seu curso."
Contexto
Esta reflexão surge da teoria junguiana sobre a necessidade de estrutura e limites para o desenvolvimento psíquico saudável, contrastando com a tendência moderna de glorificar a liberdade absoluta.
Interpretação
Jung sugere que os limites (margens) não são prisões, mas estruturas que dão direção e significado à energia psíquica. Rejeitar todos os limites leva à dispersão e ao caos (dilúvio), enquanto integrá-los construtivamente permite um fluxo produtivo e direcionado.
Aplicação Prática
Na psicoterapia e no desenvolvimento pessoal, isso se aplica ao valor de estruturas internas (valores, ética, rotinas) e externas (relacionamentos, compromissos sociais) que canalizam nossa energia vital de forma criativa, em vez de buscar uma liberdade sem forma que pode ser autodestrutiva.