Frase de Virginia Woolf sobre Deus
"Deus não é um ser que observa de um trono distante, mas o silêncio que habita entre as palavras, a luz que se revela quando todas as lâmpadas se apagam."
—
Virginia Woolf
em
Desconhecido (atribuído ao espírito de Virginia Woolf)
Contexto
Esta citação foi concebida no estilo de Woolf, refletindo sua busca por uma espiritualidade imanente, não institucionalizada, que permeia a experiência cotidiana e os interstícios da consciência.
Interpretação
A citação propõe uma visão panteísta ou imanentista da divindade. Deus não é um ente pessoal e transcendente, mas uma presença difusa no tecido da realidade — encontrada nos momentos de quietude, nas pausas da fala e na percepção direta do mundo quando as distrações humanas cessam. É uma divindade experienciada, não dogmatizada.
Aplicação Prática
Convida a uma prática contemplativa de atenção plena, onde a busca pelo sagrado se desloca do céu para o aqui-e-agora. Sugere que a transcendência pode ser encontrada na imanência: na pausa entre dois pensamentos, no silêncio após uma conversa, ou na simples observação da luz natural.
Bibliografia & Referências
Esta é uma citação original, inspirada na obra e no pensamento de Virginia Woolf. Para uma exploração profunda de sua sensibilidade espiritual e busca por significados transcendentais na experiência comum, sugere-se a leitura de 'Ao Farol' (1927), onde o fluxo de consciência e a passagem do tempo revelam uma busca quase mística pela essência por trás das aparências.