Frase de Gilles Deleuze sobre Devir
“Cada passagem é um momento em que o ser se desmonta para se remontar, não em uma nova forma, mas em uma nova intensidade.”
— Gilles Deleuze em A Dobra: Leibniz e o Barroco
Contexto
Inspirado pelo aforismo deleuziano sobre metamorfose e intensidade, evidenciado em suas análises sobre Leibniz tem como consequência o ritmo dos afetos.
Interpretação
O ritual de passagem é, para Deleuze, uma quebra de consistência que permite uma re-singularização do ser, não como substância fixa, mas sob a forma de um campo intenso e produtivo.
Aplicação Prática
Viva as transições como processos de recomposição de intensidades, e não pela fixação em um 'novo eu'. Livre-se do antigo nicho 'se vai ser'.
Bibliografia & Referências
Relacionado ao ensaio 'A Dobra' (1988), mas forma ressignificada. Possível referência ainda em 'Diferença e Repetição'.
