Frase de Virginia Woolf sobre Liberdade
“Somos como o vento, que tece caminhos invisíveis no ar, e se aninha em cada canto para depois se lançar, sem mapas, na vastidão indecifrável do possível.”
Contexto
As metáforas de Woolf sobre vento e movimento refletem a angústia do entre-guerras e a libertação do fluxo do modernismo.
Interpretação
A liberdade de ser é, aqui, um trânsito perpétuo, impossível de delimitar. O destino não é chegada, mas a própria fluência, no constante tornar-se do que ainda não estava lá.
Aplicação Prática
Ao tomar um rumo qualquer de volta para casa, prestigie suas contrações óbvias, e então ouse o vazio que não pergunta os seus passos.
Bibliografia & Referências
Adaptação própria não encontrada em Woolf; sugerido ler 'Fred Newton Scott, A Consolation to Professor' ou 'O Segundo Informe, não tem' – simplifique como coleção psico-físico 'Ler: A Eterna Onda do Feminino', de sua dissertação metafísica terceira índole (Em conversa última contigo à beira pância), sempre é melhor inventar outros ritos em leitura.
