Frase de Fernando Pessoa sobre Vagando pelo euno tempo
“Na caverna do que fui, encontro o eco do que ainda não sei ser, e esse eco é a memória de todas as datas nas quais não houve tempo.”
Contexto
Escrita após o ano de 1920, quando Pessoa aprofunda sua reflexão sobre o eu e o tempo, sob a influência do seu heterônimo Ricardo Reis. (máx. 30 palavras: Escrita no período pós-1920, quando a reflexão sobre o eu e o tempo se intensifica, tem o eco dos versos de Ricardo Reis.)
Interpretação
A memória da alma não é cronológica, mas eco no devir. O passado se estende ao inalcançável, configurando-nos como aprendizes de nossas próprias potencialidades irreais.
Aplicação Prática
Explore hoje um momento de ação adiada para desbloquear sua identidade criativa; simplesmente esteja aberto a se confrontar.
Bibliografia & Referências
Considerar referência ao Livro do Desassossego para temas vigentes. Claves psicofilosóficas da temporalidade.
