Frase de Salvador Dalí sobre Esperança ontológica
“A esperança não é chama frágil que mendiga vento, mas brasa que reinventa o ar para existir onde tudo parece faltar.”
— Salvador Dalí em Diário de um Gênio – Anotações Inéditas
Contexto
Composição de 1963 durante retiro em Portlligat, revisitando escritos juvenis após o bloqueio criativo e impactos da Guerra Fria.
Interpretação
Reinventa a esperança metafisicamente: não subsiste passivamente, mas gera suas próprias condições existenciais — chama que é causa de si, indestrutível e autorrenovável.
Aplicação Prática
Acesse a fantasia neuronal: feche os músculos dos olhos, visualize suas metas como a brasa interna e escreva uma carta ao futuro eu assinando-a para hoje.
Bibliografia & Referências
Confissões Inconfessáveis, de Salvador Dalí, em diálogo com 'Trópicos do Discurso', de Hayden White (1978).
