Agora!
Humberto
Depois que te foste
No negro abismo que restou!
Ressurge tua face
Tua alva tez
Teus lábios, de vivo tom carmesim
Dos quais pende
Minúscula gota
De rubro sangue!
Derradeiro vestígio
Daquilo que foi minha vida!
Do meu ser
Restou somente
Esta oca carapaça!
Marionete manipulada
Por acaso
Pelo acaso!
Humberto
(IIº Versão)