Passaros voando!
Antonio Gomes Lacerda
A natureza sorrindo!
Presos!
Chorando!
Morte á gaiola!
Paz. Forte em ruínas,
Luís Antônio Pimentel
E na boca de um canhão
Um ninho de pássaros.
Pela minha ligação à terra pago a liberdade dos meus olhos.
Antonio Porchia
Pensar não dói. As vezes machuca.
Antonio Gomes Lacerda
Perco o desejo do que procuro ao procurar o que desejo.
Antonio Porchia
Por mais graves que os problemas sejam, jamais terão a gravidade da terra!
José António Braga Furtado
por mais potente que pareça,
Antonio Calisto Sabado
por mais tirana e insensata que seja,
a tristeza nao mais colonizaria
a ilha da felicidade.
Pária
Luiz Antônio Damasceno
Pobre professor
persiste por pronunciar
palavras pelo prazer
para pessoas precárias,
presumidas, pretensiosas,
perdidos pela profissão
por preço pequeno
peleja por pouco,
pelo pregão,
prega pelas primeiras
páginas para pôr-do-sol,
pretendendo pular
percalços prisioneiros
para pôr prelúdio
pelas próximas pessoas,
perto permeia pressuroso
permitindo pegadas
persistentes provocadas
pelos pormenores,
piratas perseguidos
pelas pessoas pretensiosas.
Professor pária!
Pária para as pessoas
perseguirem pelo
pretenso poder.
Preceptor, petrifica preceitos.
Pária putrefeito!
Putrefato pária!
autor: Professor Luiz Antônio Damasceno
Poema da flor proibida
António Gedeão
Por detrás de cada flor
há um homem de chapéu de coco e sobrolho carregado.
Podia estar à frente ou estar ao lado,
mas não, está colocado
exactamente por detrás da flor.
Também não está escondido nem dissimulado,
está dignamente especado
por detrás da flor.
Abro as narinas para respirar
o perfume da flor,
não de repente
(é claro) mas devagar,
a pouco e pouco,
com os olhos postos no chapéu de coco.
Ele ama-me. Defende-me com os seus carinhos,
protege-me com o seu amor.
Ele sabe que a flor pode ter espinhos,
ou tem mesmo,
ou já teve,
ou pode vir a ter,
e fica triste se me vê sofrer.
Transmito um pensamento à flor
sem mover a cabeça e sem a olhar
De repente,
como um cão cínico arreganho o dente
e engulo-a sem mastigar.
António Gedeão
Por vezes o entendimento descontrai-se para que a esperança se divirta com o que a imaginação sonha.
António Solis
Por vezes o que desejo e o que não desejo fazem-se tantas concessões que se tornam parecidos.
Antonio Porchia
Porque nós só questionamos depois
Antonio Bezerra
Que as coisa acontecem.
Porque só fazemos exame medico.
Antonio Bezerra
Depois que a doença já se agravou.
Porque só fazemos revisão no carro
Antonio Bezerra
Depois que ele para de funcionar.
Porque só oramos por nosso semelhante
Antonio Bezerra
Depois que ele já se foi.
Porque só pensamos que Deus existe
Antonio Bezerra
Depois que ele já nos chamou.
Porque só percebemos que escolhemos errado
Antonio Bezerra
Depois que nosso representante esta no poder.
Pouco fez, ou baixamente avalia as suas ações, quem cuida que lhas podiam pagar os homens.
António Vieira
Precisamos de direitos humamos para os humanos direitos
Antonio Bezerra
PRESSA. UMA CONSTÂNCIA NO MUNDO CORPORATIVO.
Massa. Edivalmir Antonio
No século passado a pressa era inimiga da perfeição. No século atual a pressa é uma importante variável da Estratégia Competitiva.
Prever o futuro é recorrer à memória:!:!:!:! Pensar no futuro é ser egoista com o presente, viver demasiado o presente é um pleonasmo do futuro.
José António Braga Furtado
Professor, uma profissao! Educador, a mais nobre de todas as missoes!
Antonio Gomes Lacerda
Quando a paixao sobrepuja a razao, o homem se torna o mais perigoso de todos os animais.
Antonio Gomes Lacerda
Quando pensamos que sabemos tudo,
Antônio Carlos Baena
Perdemos a oportunidade de nos aperfeiçoar.
Quando pensares no passado almejando-o e degustando o seus prazeres, nao deixe que a inssensatez deste momento atrapalhe ou interfira nas suas prioridades e necessidades presentes.
jose antonio jr